A regra que toda a gente ouve é simples: escolha uma armação com a forma oposta à do seu rosto. É um bom ponto de partida, mas está longe de ser tudo.
Rosto redondo. Linhas rectas e ângulos definidos dão estrutura. Armações quadradas ou rectangulares, com pontes ligeiramente elevadas, alongam visualmente o rosto.
Rosto quadrado. Aqui o objectivo é suavizar. Formas ovais e redondas, em acetato fino ou metal, equilibram um maxilar marcado.
Rosto oval. É o formato mais versátil — quase tudo funciona. Use isso a seu favor e arrisque em cor ou em modelos mais distintos.
Rosto em coração. Testa mais larga e queixo estreito pedem armações que não acrescentem peso em cima: aros inferiores leves, aviador ou modelos sem aro.
O que conta mais do que o formato
Na prática, três medidas decidem se uns óculos assentam bem: a largura da frente deve acompanhar a largura do rosto, as hastes não devem apertar nas têmporas, e a ponte tem de assentar sem deslizar. Uma armação bonita que escorrega pelo nariz vai acabar na gaveta.
Há ainda a graduação. Lentes de índice mais alto permitem armações maiores sem espessura excessiva; graduações fortes com armações muito largas resultam em lentes pesadas e desconfortáveis.
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